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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Jacques Ranciére - O Ódio À Democracia














O filósofo francês Jacques Rancière levanta questões sobre o sistema político atual de uma forma que poucos cientistas políticos têm coragem de fazer. Sem importar lados ou bandeiras, é um livro para fomentar boas e acaloradas discussões. O que é democracia? Países que usam tropas para defender o sistema são de fato democráticos? Neste ambicioso ensaio, ao longo de mais de 100 páginas, Jacques Rancière disserta sobre questões centrais sobre o conceito de democracia e como ele é praticado nos dias atuais. Colocando em xeque políticas liberais que dizem defender esta forma de governo usando poderio militar, Rancière argumenta que há uma deturpação do ideal democrático e que o atual sistema usado, muitas vezes, como argumento contra governos totalitários , na verdade, é guiado por uma classe dominante que não o deixa existir plenamente. Em uma análise atemporal, o autor examina as formas pelas quais justificativas a favor da democracia são usadas contra o próprio sistema, além das contrariedades dos principais países e forças capitalistas. Nações autoproclamadas democráticas querem supostamente levar o sistema para outras regiões e, para isso, invadem e obrigam esses lugares a seguir suas regras. Dessa forma, esses países espalham a democracia de forma violenta, enquanto vendem uma imagem democrática dentro de seu próprio território (apesar de, muitas vezes, reprimirem lutas sociais dentro dele mesmo).

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domingo, 21 de agosto de 2016

Jacques Rancière - O Inconsciente Estético
















Este livro, assim como A partilha do sensível, é uma excelente introdução ao pensamento de um dos mais importantes filósofos da atualidade, o francês Jacques Rancière. Aqui, o autor não se propõe a entender como os conceitos freudianos se aplicam à interpretação de obras literárias e artísticas. Ao contrário, ele procura demonstrar como as formulações de Freud estão em estreita relação com os movimentos da arte ocorridos sobretudo a partir do romantismo, explorando as tensões entre a lógica do inconsciente freudiano e uma outra lógica, a do inconsciente estético.

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Jacques Rancière - A Partilha Do Sensível














Jacques Rancière é um pensador que tem se destacado, nos últimos anos , por sua reflexão lúcida, sistemática sobre as relações entre estética e política na sociedade contemporânea. A partilha do Sensível é uma introdução ao pensamento do autor. Em cinco breves capítulos, Rancière explicita conceitos-chave de seu pensamento, como o vínculo indissolúvel entre arte e política, e a pouca eficácia dos conceitos de modernidade, vanguarda e pós-modernidade para iluminar esse vínculo no presente.

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domingo, 27 de dezembro de 2015

Jacques Rancière - El Odio A La Democracia (Espanhol)














El Odio  a  la  democracia   consiste  en  un  análisis  de  las  causas  históricas  y  sociales  a  través de  las  cuales  se  ha  generado  un  tipo  de  discurso  que  encuentra  a  la  democracia  como  un sistema político que entraña en sí mismo una forma de gobierno que ha justificado, producto de sus mismas  implicaciones,  excesos  de  comportamiento  que  se  representan,  por  ejemplo,  en  los nuevos modos de filiación social y trato entre ciudadanos. Vista así, se concibe a la democracia como una forma de gobierno y de ordenamiento social, que se ha transformado en fuente de los mismos males que ella misma habría de combatir, tal como es el caso del individualismo y, contrario a este, de la pérdida de identidad de unos sujetos que han sido “consumidos” por una idea de hombre más abstracta y compleja, con la cual todo hombre o ciudadano debería identificarse.

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Jacques Rancière - O Mestre Ignorante: Cinco Lições Sobre A Emancipação Intelectual














Esse livro conta a história de Joseph Jacotot – professor, militante ardoroso do Século das Luzes que, confrontado, em 1818, a uma situação pedagógica inaudita, é levado a romper com todos os pressupostos existentes sobre as condições básicas do ensinar. A partir de então, Jacotot transformou radicalmente suas idéias e sua prática, oferecendo uma resposta à altura desse desafio. Mas não se tratou, para ele, apenas de conceber um método, um sistema, ou uma proposta pedagógica revolucionários; Jacotot deu início, a partir daí, a uma aventura intelectual incessante,dessas que bem merecem o título de filosóficas, capazes de pôr em questão os sentidos instituídos do ensinar e do aprender. A igualdade como princípio, a emancipação como método: quem ainda hoje ousaria negar a radicalidade de sua proposição?

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Jacques Rancière - O Desentendimento: Política E Filosofia














A política deve ser marcada pelo entendimento dos homens para o bem comum, diz o consenso. O filósofo francês Jacques Rancière apregoa aqui que a base da política não é o acordo e sim o conflito, o próprio desentendimento.

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sábado, 29 de novembro de 2014

Giorgio Agamben, Giacomo Marramao, Jacques Rancière & Peter Sloterdijk - Política














As quatro conferências sobre política que se realizaram no Museu de Serralves entre Março e Junho de 2007 no âmbito do programa “Crítica do Contemporâneo” tiveram como objectivo apresentar um conjunto de reflexões que incidiam criticamente sobre questões actuais relacionadas quer com a matéria política com que estamos confrontados, no plano prático, quer com o pensamento político, num plano mais teórico, numa altura em que muitas das categorias tradicionais deixaram de ser válidas e se impôs com carácter de urgência a necessidade de estabelecer novos paradigmas conceptuais. Sabemos que a regra tem sido a de uma despolitização generalizada da sociedade, seja pelo facto de o debate e a luta política se terem transferido para questões da ordem cultural e das reivindicações identitárias, seja porque a acção política e os seus modos de representação ficaram submetidos à lógica do espectáculo e reduzidos ao pragmatismo técnico‑económico que os reduz a meros actos governativos de gestão e administração. A despolitização significa também o triunfo da contingência e a renúncia às ideias, em favor das determinações económicas e de um culturalismo que absorve o conflito político ou o remete para um plano onde tudo se traduz em termos de identidades, diferenças, reconhecimentos. Este ciclo de conferências foi orientado por uma ideia de diagnóstico e de análise crítica do presente.

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Louis Althusser, Jacques Rancière & Pierre Macherey - Ler O Capital Vol. I
















O Título é uma convocação, uma palavra de ordem, como esclareceu Althusser em um texto mais recente. Mas os autores deste livro não leem O Capital como economistas, lógicos ou historiadores. Fazê-lo significaria procurar na obra principal de Marx uma resposta para questões suscitadas do âmbito de disciplinas cuja problemática, tal como é habitualmente definida, é por sua vez posta em questão por aquela obra, se Althusser e seus companheiros têm razão no que pretendem demonstrar.

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