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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Israel Dutra - Introdução Ao Marxismo A Partir Da Leitura Do Manifesto Comunista














Conhecer o “ABC”, os primeiros passos na formação da esquerda, é fundamental; por isso, escolhemos apresentar uma breve e simplificada leitura do Manifesto Comunista. Para citar apenas alguns aspectos que revelam a importância de relermos o Manifesto: nossa luta cotidiana contra os desmandos do capitalismo não pode nos deixar perder de vista sua dimensão histórica – o capitalismo não é eterno! Tampouco, irá sucumbir de “morte natural” ou “cair de podre”. O marxismo, além de sua feroz crítica ao atual sistema, propõe construir possibilidades de mudança, de uma mudança socialista.

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domingo, 30 de outubro de 2016

Mary Gabriel - Amor E Capital














A biógrafa Mary Gabriel faz um mergulho profundo numa faceta pouco estudada da vida de Karl Marx: o lado humano e familiar do homem cujas obras redefiniram o mundo. Aliando o contexto histórico-político da Europa do séc. XIX, Gabriel revela aspectos da vida pessoal, como a influência de Jenny von Westphalen, que se casou com Marx quando ele ainda era apenas um jovem promissor. Ao longo de décadas de luta, o amor de Jenny por Karl seria sempre testado, enquanto ela esperava que o marido terminasse sua obra-prima, “O capital”. A narrativa se estende ao longo de décadas por Londres, Paris, Bruxelas e Berlim, revela as sementes das revoluções e do amor que uniu um homem e uma mulher no meio do turbilhão da história.

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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Fredric Jameson - Marxismo E Forma














Marxismo e Forma é um livro de mediação: quer estabelecer a ponte entre os escritos consagrados pela tradição e os influxos do tempo presente, num constante retorno à matriz hegeliana da dialética. E também um livro qe conversão: Jameson tem consciência de que escreve uma espécie de "epístola aos americanos", apresentando um texto que procura acentuar a riqueza e a variedade da boa nova dialética, e facilitando seu trânsito pela paisagem inóspita das academias do centro do império, marcadas que estão pela razão instrumental e pelo. empirismo anglo-saxão. Traduzido para o leitor brasileiro, não é apenas mais um livro sobre a teoria estética dos frankfurtianos, sobre o alegórico em Walter Benjamin ou a utopia em Ernst Bloch . Sua apresentação didática e, sem dúvida ambiciosa, traz um confronto mais amplo, pois o balanço da crítica dialética inclui duas figuras centrais, exatamente Lukács e Sartre, para a reflexão estética no Brasil antes que Adorno ou Marcuse entrassem no debate. Diante da complexidade dos temas e da envergadura dos autores escolhidos, fica a pergunta de como lameson afinal enfrenta as diferenças para, na conclusão, formular a sua proposta.

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domingo, 21 de agosto de 2016

Michel Foucault - Nietzsche, Freud, Marx
















Este plano para uma “mesa redonda”, quando foi proposta a mim, pareceu muito interessante, mas claramente muito intrigante. Sugiro um subterfúgio: alguns temas sobre as técnicas de interpretação em Marx, Nietzsche e Freud. Na realidade, por trás desses temas, há um sonho que um dia será possível fazer uma espécie de geral corpus, uma enciclopédia de todas as técnicas de interpretação que podemos saber dos gramáticos gregos ao nosso tempo. Eu acho que alguns dos capítulos deste corpus grande de todas as técnicas de interpretação, até agora, sido elaborado. Parece-me que se poderia aí, como uma introdução geral a esta idéia de uma história de técnicas de interpretação, que a linguagem, pelo menos em língua indo-europeus culturas, sempre deu origem a dois tipos de suspeitas.

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Mikhail Bakunin - Escritos Contra Marx














O livro é formado por trechos de obras de Bakunin e seu título foi dado pelos editores. É composto por uma introdução de Sérgio Augusto Queiroz Norte, pela Carta ao Journal La Liberté de 5 de outubro de 1872 e por um trecho de O Império Knuto-Germânico.

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sexta-feira, 15 de julho de 2016

José M. Aricó - Nueve Lecciones Sobre Economía Y Política En El Marxismo (Espanhol)














Esta obra recoge el curso dictado en El Colegio de México en 1977, "Economía y política en el análisis de las formaciones sociales", en el que José M. Aricó se propuso pasar revista a las diferentes posiciones que dentro del campo teórico del marxismo se plantearon el problema de la relación entre el análisis económico de las formaciones sociales y la acción política tendiente a modificarlas. Es decir, analizar desde la perspectiva marxista el problema de hasta qué punto el conocimiento teórico determina o condiciona la acción política.

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Raymond Williams - Marxismo Y Literatura (Espanhol)














Si bien Raymond Williams es un autor más bien conocido por su trabajo académico que literario, es inevitable que sus lectores no dejen de sentir cierta calidez y humanidad en los escritos de este intelectual galés. La respuesta no debe ser muy difícil de encontrar: el desarrollo teórico de Williams se circunscribe a los fines prácticos (políticos) de la realidad; es decir, a los posibles cambios, compromisos, que surgen -y surgirán- a partir del proyecto de su obra. César Vallejo nos decía algo que bien podríamos utilizar para llegar al corazón del autor: el trotskismo, verdaderamente, era el costado más rojo de la bandera; pues tanto Lenin como Trotsky no fueron simples receptores pasivos de la teoría dialéctica materialista. Lo importante, como dirá Thompson más tarde, no será estar de acuerdo o desacuerdo con las ideas de Marx: sino, precisamente, que nuestras propias ideas encuentren un lugar en la doctrina. Esto puede comprobarse a lo largo de Marxismo y Literatura, en donde el mismo Williams irá retomando conceptos contradictorios o disímiles del mismo Marx, enalteciendo el carácter hermenéutico (podríamos recordar el anticipo fenomenológico de Michel Henry en su lectura del marxismo) de sus trabajos. Esta lectura, que irá tramando nuevos e indeterminados recorridos, será necesaria para ingresar en una época histórica en la que surgen nuevas formas de comunicación, y por lo tanto de cultura. La teoría de Williams es una teoría cultural, no una teoría económica. Heredera, podríamos decir, de los primeros desplazamientos realizados por Bajtín o William Morris. En Marxismo y Literatura, la cultura será entendida como un proceso social total, en el que la ideología de una clase no sólo se proyecta sobre la misma, sino que sobre-determina (con relativa autonomía) al conjunto de todas las estructuras sociales. A diferencia de lo esbozado por Arnold o Leavis, quienes proponían regresar a cierto consumo elitista de los bienes culturales (análogo, pese a fundamentos y formaciones distintas, al modelo desarrollado por Horkheimer y Adorno); en Williams la ampliación del término enaltece el componente dinámico del proceso. La cultura deja de ser algo acabado, fijado, o establecido de manera sistemática. Es un momento que sucede como lo vivido, de oposición entre los distintos valores y experiencias de clase.

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terça-feira, 12 de julho de 2016

Harvey J. Kaye - Los Historiadores Marxistas Británicos (Espanhol)














Un análisis introductorio está editado por Prensas de la Universidad de Zaragoza. Fue fundada en 1980 por la Universidad de Zaragoza en Zaragoza. La editorial tiene más de 900 obras en catálogo. Prensas de la Universidad de Zaragoza es parte de Genueve Ediciones junto a Univ Públic Navarra/Nafarroako Unib Publik, Edicions UIB, Ediciones de la Universidad de Castilla-La Mancha, Universidad de Extremadura.Servicio de Publicaciones, Editorial Universidad de Cantabria... La editorial tiene obras sobre todo de Ciencias De La Salud, Ciencias Aplicadas, Geografía, Ciencias Exactas Y Naturales, Ciencias Sociales... Textos Docentes, Ciencias Sociales, Larumbe, Textos Aragoneses, Tesis Doctorales... son algunos ejemplos de colecciones de Prensas de la Universidad de Zaragoza. Jesús Chamarro Calvo, Amelia Bella Rando, Joseph A. Schumpeter, Carlos Laliena Corbera y Julio Montoya Villarroya son algunos de los autores que han publicado en la editorial.

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terça-feira, 28 de junho de 2016

Peter Kreeft - Sócrates Encontra Marx














Utilizando a forma de diálogos filosóficos, Peter Kreeft analisa uma série de filósofos modernos e suas filosofias, num divertido e estranho encontro com Sócrates no mundo do além, na eternidade. Neste primeiro volume, Sócrates confronta Marx, o fundador do comunismo. Com humor e inteligência, este livro desafia o leitor a entrar no mundo da filosofia, agarrando o que é certo e se livrando do que é errado. Muitos problemas são discutidos neste livro, como a propriedade privada, o valor do indivíduo e o individualismo, o materialismo, a questão da mulher e da família, as “três filosofias do homem” e muito mais.

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terça-feira, 24 de maio de 2016

Christian Iber - Elementos Da Teoria Marxiana Do Capitalismo: Um Comentário Sobre O Livro I De O Capital De Karl Marx














O presente livro é, mundialmente, o único comentário integral do livro I de O Capital de Karl Marx. Devido ao desmoronamento do “socialismo real” e o declínio do marxismo oficial temos, há mais de 20 anos, o completo triunfo da economia liberal. Sua dominação torna-se completa e global. Por isso, a tematização da teoria de Marx sobre o capitalismo faz-se necessária. O livro pretende fazer uma separação entre a teoria marxista e o marxismo, entre Marx como cientista e filósofo e Marx como fundador da visão marxista de mundo. Como cientista que pratica filosofia no modo da sua negação, a pretensão de Marx se refere ao todo. Ele executa uma ruptura tanto com a ciência da Economia Política bem como com a efetividade da sociedade burguesa.

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Karl Marx - Salário, Preço E Lucro














O presente escrito é o texto do relatório lido por Marx nas reuniões do Conselho Geral da Primeira Internacional em junho de 1865. Dirigido diretamente contra as concepções erradas de Weston, membro da Internacional, o qual afirmava que o aumento dos salários não poderia melhorar a condição dos operários e que era preciso considerar perniciosa a ação das Trade Unions, este relatório vibrou, ao mesmo tempo um golpe nos proudhniamos e também nos lassallianos, que tinham uma atitude negativa quanto à luta econômica dos operários e aos sindicatos.

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terça-feira, 26 de abril de 2016

Ricardo Luis Reiter - Investigação Acerca Da Possibilidade De Uma Estética Em Karl Marx














O autor tenta a realizar uma investigação sobre a possibilidade de uma teoria estética em Karl Marx. Essa investigação busca entender a relação que, para Marx, existe entre estética e a vida social e humana do homem. Para que essa investigação possa ter êxito, serão apresentados alguns conceitos fundamentais na filosofia de Marx, tais como o conceito de alienação, o conceito de homem e o conceito de espiritualidade. A partir dessa fundamentação, será desenvolvida uma argumentação, fundamentada principalmente sobre os Manuscritos Econômico-Filosóficos e os Grundrisse, a favor da existência de uma estética em Marx. Por fim, será desenvolvido também a relação que existe, para Marx, entre a produção artística e a produção material sob o prisma da sociedade capitalista.

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domingo, 10 de abril de 2016

José Arthur Giannotti - Certa Herança Marxista














Nem sempre Marx escreve de pontos de vista convergentes, embora tenha sempre no horizonte a perspectiva da revolução que, assim me parece, lhe permite captar, de forma inovadora, as relações sociais do sistema capitalista e as contradições que as atravessam. Mas isso só lhe é possível porque, em contrapartida, recorre a uma lógica que, pretendendo inverter a lógica hegeliana, sem, entretanto tratar das principais questões levantadas por essa inversão, faz com que possa ir além dos limites postos por uma ciência positiva, a despeito de estar a todo momento reiterando profissão de fé nessa ciência.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Mário Ferreira Dos Santos - Análise Dialética Do Marxismo














Mário Ferreira dos Santos é o nosso maior filósofo, e sempre exibiu uma coragem admirável em defender a filosofia escolástica em uma época em que o socialismo e o comunismo estavam no seu auge. Nesse livro, Mário Ferreira faz uma análise filosófica crítica sobre o socialismo autoritário de Marx. O filósofo brasileiro não era totalmente contrário ao socialismo, mas sim, defensor de um socialismo anarquista, que ele tenta definir durante o livro. Para Mário Ferreira, o socialismo autoritário de Marx era tudo o que o socialismo do tipo anárquico pregava em sentido contrário. Seu materialismo histórico era frágil, sua tradição revolucionária não era nova, mas vinha de movimentos heréticos da Idade Média e a luta de classes não era uma coisa demonstrável de maneira empírica. Mário Ferreira gostava do movimento anarquista, e para ele, o socialismo real da Rússia soviética era a antítese do que ele imaginava como o verdadeiro socialismo. Para ele, o fato da União Soviética ter adotado uma filosofia oficial só poderia levar à opressão e à falta de liberdade.

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Daniel Bensaïd - Marx, Manual De Instruções














Pouco mais de vinte anos atrás podia-se ouvir praticamente em uníssono que “Marx está morto”. Mas, diante de um cenário pautado por crises econômicas, ecológicas e ideológicas, de um desmonte institucional num contexto de mobilizações globais, Marx se afirma cada vez mais como o espectro incontornável de nossos tempos. Suas análises econômicas passam a ser cada vez mais levadas em conta pelos analistas de Wall Street e sua teoria do dinheiro discutida até pelos grandes meios de comunicação. Mas, afinal, o que disse Marx ? Nesse pequeno curto livro, Marx, manual de instruções, publicado pela Boitempo, o filósofo e ativista político francês Daniel Bensaïd (1946-2010) oferece uma divertida introdução à vida e obra do pensador alemão. Um claro e elucidativo panorama que combina filosofia e dezenas de quadrinhos do provocativo cartunista francês Stéphane "Charb" Charbonnier, feitos especialmente para a obra ; há humor e espírito de síntese, carregado de insights de um dos mais importantes teóricos anticapitalistas da contemporaneidade.

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Eric Hobsbawm - Como Mudar O Mundo: Marx E O Marxismo














Nesta coletânea de textos e ensaios sobre Marx e o marxismo, Eric Hobsbawm procura oferecer uma visão panorâmica do legado intelectual e político do filósofo alemão e seu impacto na história dos séculos XIX e XX. A primeira parte de 'Como mudar o mundo' é dedicada ao estudo das condições de produção e recepção dos textos fundadores do marxismo, como 'O Manifesto do partido comunista', os 'Grundrisse' e 'A situação da classe trabalhadora na Inglaterra'. Na segunda parte, o autor procura analisar a história do marxismo a partir da década de 1890 (depois da morte de Engels), destacando sua trajetória inicial entre os sindicatos operários, o crescimento dos partidos social-democratas europeus, a luta antifascista entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, e a influência do marxismo na obra de intelectuais do pós-guerra e nos regimes comunistas da Europa e da Ásia. O pensador italiano Antonio Gramsci e sua intervenção no debate marxista são objeto de dois capítulos.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Roman Rosdolsky - Gênese E Estrutura De O Capital De Karl Marx














Com erudição, precisão e elegância, Roman Rosdolsky reconstitui o percurso intelectual do Marx da maturidade, acompanhando passo a passo a construção de sua crítica da economia política através de uma cuidadosa leitura comparativa entre os Grundrisse, as Teorias sobre a mais-valia e O capital. Recupera e reinterpreta as idéias de um gigante do pensamento, demonstrando que sua obra, ao contrário das aparências, é cada vez mais atual.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Karl Marx - Contribuição À Crítica Da Economia Política














Na Contribuição à crítica da Economia Política Marx estuda a mercadoria e o dinheiro ou a circulação simples, desenvolvendo de modo sistemático e completo sua teoria do valor e sua teoria monetária. É uma das fontes mais importantes – a outra é O capital – para o estudo do seu pensamento econômico. A ampla bibliografia estudada por Marx mostra muito bem quais sãos as proporções de sua ligação com a Escola Clássica da economia. Verifica-se que principalmente aquela velha representação de Marx como um simples prolongamento de Ricardo não tem nenhuma consistência. Devemos considerar que Marx recebeu a herança que a economia política poderia dar-lhe no século 19, após uma longa evolução que começa no mercantilismo e culmina nos trabalhos de Adam Smith e de toda a Escola Clássica. Esta também era um produto direto da época que mais o interessava, motivo por que eu maior atenção aos seus representantes, à sua crítica e ao seu desenvolvimento. O estudo que Marx faz sobre o desenvolvimento dialético das formas do valor n’O capital, que vai da forma simples à forma dinheiro, é muito mais amplo e mais satisfatório que o da Contribuição. No entanto, no que se refere às categorias relativas ao trabalho (trabalho abstrato, útil, privado e social) e à sua relação com o valor, com o valor de uso e com a riqueza, o da Contribuição é mais aprofundado. É a teoria do valor (a teoria do capital e da mais-valia, da exploração e do fetichismo, da desmaterialização da riqueza capitalista da teoria da tendência decrescente da taxa de lucro) que nos permite entender a economia capitalista em suas determinações mais gerais: que a contradição principal da atual fase capitalista é a que existe entre a produção e a apropriação da maisvalia, do excedente econômico em valor; que a atual expansão do capital especulativo e parasitário é a manifestação e o agravamento dessa contradição; que essa fase capitalista sobrevive sobre a base da intensificação da exploração do trabalho. A teoria do valor de Marx permite entender que essa fase capitalista não é eterna e que não poderá sobreviver por muito tempo mais. No “Prefácio”, Marx apresenta, de um ponto de vista abstrato, sua concepção sobre o desenvolvimento histórico, a concepção dialética e materialista sobre a história da humanidade.

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Mary Gabriel - Amor E Capital














A biógrafa Mary Gabriel faz um mergulho profundo numa faceta pouco estudada da vida de Karl Marx: o lado humano e familiar do homem cujas obras redefiniram o mundo. Aliando o contexto histórico-político da Europa do séc. XIX, Gabriel revela aspectos da vida pessoal, como a influência de Jenny von Westphalen, que se casou com Marx quando ele ainda era apenas um jovem promissor. Ao longo de décadas de luta, o amor de Jenny por Karl seria sempre testado, enquanto ela esperava que o marido terminasse sua obra-prima, "O capital". A narrativa se estende ao longo de décadas por Londres, Paris, Bruxelas e Berlim, revela as sementes das revoluções e do amor que uniu um homem e uma mulher no meio do turbilhão da história.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Karl Marx - A Miséria Da Filosofia














Em resposta às ideias de Proudhon expressas na obra Filosofia da Miséria, Karl Marx escreve A Miséria da Filosofia, publicada em 1847. Embora concordasse com a ideia de Proudhon de que a política econômica aplicada na época levava o trabalhador a uma situação de miséria, Marx discordava dos princípios econômicos do francês, particularmente nas relações diretas entre trabalho e salário e em outras colocações de política econômica. Para compreender perfeitamente esta crítica de Marx, é ideal a leitura de Filosofia da Miséria.

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