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sábado, 2 de abril de 2016

Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 10: Telefonema














Telefonema é uma antologia da produção jornalística de Oswlad de Andrade a partir de 1909, quando redigiu a coluna teatral do Diário Popular, até sua última crônica para o Correio da Manhã, divulgada no dia seguinte ao de sua morte.

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Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 8: Teatro














Ler o homem e o cavalo (1934), o rei da vela (1937) e a morta (1937) de Oswald de Andrade é mergulhar num universo dramático surpreendente no que diz respeito tanto a construção do texto quanto da cena. Alem disso, sua proposta teatral e temperada por uma visão caustica da historia, da cultura e da sociedade brasileiras, o que corrobora e anuncia a grande importância do teatro oswaldiano no contexto de nossa literatura. Sob a influência do turbilhão vanguardista, em pleno processo de estabelecimento do modernismo no Brasil e lançando mão da intertextualidade, da parodia, do riso e de recursos metateatrais.

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Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 7: Poesias Reunidas














O que importa assinalar na poética de Oswald de Andrade é a sua radicalidade - avaliação crítica esta levantada por Haroldo de Campos. Construindo seus poemas-minuto, ou micropoemas, ou minipoemas - à base de uma técnica de montagem, haurida de seus contatos com as artes plásticas e o cinema, o poeta modifica a estrutura da poesia até então utilizada, e utilizada até mesmo pelos inovadores vindos de 1922. Oswald impõe forma sintética a um idioma que tende para o prolixo. Enxuga e emagrece uma língua quase sempre usada para descabelados desbordamentos.

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sábado, 5 de dezembro de 2015

Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 5: Ponta De Lança














Compilando artigos e conferências escritos entre 1943 e 1944 por Oswald de Andrade, PONTA DE LANÇA é um retrato dos ideários políticos e estéticos de um dos líderes da Semana de Arte Moderna e do movimento modernista. O livro. De todos os eventos ocorridos na cultura nacional durante o século XX, poucos tiveram tanta importância quanto a Semana de Arte Moderna de 1922. Nela, intelectuais do quilate de Manuel Bandeira, Mário de Andrade, Anita Malfatti e Oswald de Andrade trouxeram sua arte à luz da opinião pública, questionando a estética vigente na época, importadora dos padrões europeus, portanto sem uma identidade que pudesse ser classificada como genuinamente brasileira. Na divulgação de seus ideais, porém, de todos os modernistas nenhum se valeu da imprensa de forma tão polêmica como Oswald de Andrade. Jornalista famoso pelo estilo nervoso e de críticas ácidas, Oswald foi colaborador de diversos periódicos. Ponta de lança é uma compilação que reúne os artigos publicados nos jornais Folha da Manhã, O Estado de S. Paulo e Diário de S. Paulo, além de conferências escritas por ele entre os anos de 1943 e 1944. Na obra encontram-se documentos que permitem ao leitor conhecer um pouco mais o ideário de seu autor sobre diversos aspectos não só da cultura, como também da política brasileira. Oswald abre o volume chamando para a arena da polêmica literária antigos desafetos: Monteiro Lobato, Léo Vaz e Cassiano Ricardo. Os dois primeiros criticaram duramente a Semana de 22, e o último optou pela direita no momento em que os modernistas se encaminhavam para a esquerda. Era hora de reavaliar o passado tumultuado e desferir novos golpes nos adversários. No quarto artigo, 'Carta a uma torcida', é a vez de José Lins do Rego e Otto Maria Carpeaux, cujas críticas ao 'romance proletário' fizeram com que se tornassem inimigos de Oswald. Se até aqui prevalece em tom de correspondência nos textos, em 'Destino da técnica' Oswald opta pelo diálogo. Como o próprio título já enuncia, neste ensaio o cronista discursa sobre a era da máquina, em que o homem deseja se libertar da natureza pela técnica. A mesma conversa fluida toma forma em 'Sobre o Romance' e 'Do teatro, que é bom...', em que a literatura e as artes cênicas vão para a berlinda. Da interpretação para a pintura, há espaço mesmo para a neutralidade, como comprova a conferência 'Aspectos da pintura através de Marco Zero', em que Oswald não toma partido nem dos vanguardistas, nem dos defensores da arte social. Obviamente, uma reflexão sobre a trajetória do modernismo e sua participação no movimento não poderia ficar de fora, como se pode verificar em 'O caminho percorrido'. Escritor prolífico, Oswald de Andrade refletiu sobre a identidade brasileira com grande profundidade. Isso lhe permitiu vislumbrar alguns rumos que nosso país tomaria e elogiar nossa tolerância étnica, além de colaborar para a sedimentação de uma arte própria e original. Algo de sua genialidade pode ser conferido nos artigos e conferências reunidos em Ponta de lança , obra fundamental para que entendamos mais sobre o Brasil do último século.

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Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 4: Marco Zero II, Chão














O romance Marco zero, de Oswald de Andrade, foi concebido como um conjunto de cinco livros. Deveria constituir, nas palavras do próprio autor, um mural, um afresco, um mosaico e um comício de idéias: enfim, uma síntese da história do Brasil na primeira metade do século XX a partir de São Paulo. Dos cinco livros projetados, porém, apenas dois foram escritos: Marco zero I — A revolução melancólica e Marco zero II — Chão, agora relançados em edições revistas, sob supervisão editorial de Jorge Schwartz e fixação de texto de Gênese Andrade, contando com uma abrangente bibliografia a cargo de K. David Jackson e com uma detalhada cronologia por Orna Messer Levin. Marco zero II — Chão tem apresentação de Roger Bastide e prefácio de Antônio Celso Ferreira. O segundo e afinal último volume da pentalogia inacabada (1945), apesar do subtítulo, não trata, como outros romances da época, da terra e suas questões, mas ao contrário. “É essencialmente urbano. [...] Onde está ela [a terra]? Está nas carteiras dos banqueiros, nas letras de câmbio dos capitalistas. Chão é o momento da crise em que o valor da terra deixa de ser um valor de produção para ser um valor de troca. A esse fato sociológico corresponde um fato psíquico: o fator telúrico cede lugar à saudade da propriedade, a uma decomposição dos sentimentos e a uma desorganização moral na alma dos velhos proprietários. Verdadeiramente, o título é muito bem achado na sua ironia! [...] Já se notou que os escritores brasileiros gostam muito de misturar discussões de idéias aos seus romances [...]. Não devemos, pois, considerar como idéias de Oswald de Andrade as idéias dispersas em Chão. São pontos de vista e, para ficarmos mais perto da técnica oswaldiana, digamos que são tomadas de vista cinematográficas da realidade paulista através de mentalidades diferentes de integralistas, comunistas, revolucionários cristãos, ou, ainda, da arte através de doutrinadores da arte pura e da arte utilitária a serviço do povo”.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 3: Marco Zero I, A Revolução Melancólica














O romance Marco zero, de Oswald de Andrade, foi concebido como um conjunto de cinco livros. Deveria constituir, nas palavras do próprio autor, um mural, um afresco, um mosaico e um comício de idéias: enfim, uma síntese da história do Brasil na primeira metade do século XX a partir de São Paulo. Dos cinco livros projetados, porém, apenas dois foram escritos: Marco zero I — A revolução melancólica e Marco zero II — Chão, agora relançados em edições revistas, sob supervisão editorial de Jorge Schwartz e fixação de texto de Gênese Andrade, contando com uma abrangente bibliografia a cargo de K. David Jackson e com uma detalhada cronologia por Orna Messer Levin. Marco zero I — A revolução melancólica tem apresentação de Di Cavalcanti e prefácio de Maria de Lurdes Eleutério. O primeiro volume da projetada pentalogia brasílico-paulistana, datado de 1943, a partir do fracasso da revolução de 1932 referida no título, traz um panorama de São Paulo: “O escritor mapeia o espaço paulista percorrendo a capital, o interior, o litoral. Viajamos pela geografia do Estado de São Paulo [...]. Também no tempo histórico empreendemos viagem, visto que Oswald está constantemente a inquirir a história. [O livro] revela o périplo oswaldiano por São Paulo, observando falas, contextos, inquietações de um numeroso e significativo contingente populacional de variada origem e condição social. Oitenta cadernos de anotações foram elaborados para compor os tipos e as situações que integram o romance [...] Oswald é hábil em nos fazer ir da sede da fazenda para a casa do bairro do Jardim América. Ou então, estando no bairro proletário do Brás, voltamos à Jurema, a pequena cidade ‘morta entre latifúndios’”. Uma de suas marcas estilísticas é, portanto, o registro de vários falares regionais e sociais.

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Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 2: Memórias Sentimentais De João Miramar E Serafim Ponte Grande














163 fragmentos concretizam a ficção irônica de Memórias Sentimentais de João Miramar, que inclui setenta e uma personagens, todos tipos, inclusive Miramar. Os fragmentos são compostos de variados tipos de discursos como cartas, citações, impressões, diálogos, descrições, relatos, poemas; e o nexo que relaciona uns aos outros dilui-se facilmente. As associações podem ser feitas por estarem próximos uns aos outros, numa quase seqüência subterrânea, que sugere a trajetória da personagem Miramar. Isso faz da fábula uma organização pouco precisa, mas que permite vislumbrar Miramar na infância e adolescência, com amizades escolares e relações familiares; sua viagem precoce à Europa, as experiências várias dessa aventura; e o posterior Miramar, de volta ao Brasil, em suas relações de trabalho, negócios e amizades, em seu crescente desacerto com a esposa paralelo ao envolvimento com a amante (Rolah), em sua derrocada econômica e sentimental e, finalmente, em seu tempo de escritura das memórias. Composto entre l925 e 1929 e publicado em 1933, Serafim Ponte Grande, junto a Memórias Sentimentais de João Miramar, constituem os maiores romances de invenção de Oswald de Andrade. Tudo neste texto representa um desafio ao leitor; uma história difícil de ser acompanhada; em vez de capítulos, 203 fragmentos organizados dos mais diversos modos; um herói que se confunde com outra personagem; personagens que repentinamente são eliminadas do texto e que depois reaparecem. Também do ponto de vista do estilo, não há um dominador comum; passamos - sem motivo aparente - de narração em primeira pessoa para a narração em terceira; cartas se misturam e diários (íntimos; textos melodramáticos aparecem organizados sob forma de texto teatral, poemas pau-brasil, abaixo-assinados, um dicionário de bolso que não ultrapassa a letra L, diários de viagem, etc).

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 1: Os Condenados














Além da linguagem inovadora, a trilogia é um retrato ficcional das dificuldades enfrentadas pelos primeiros modernistas na conservadora sociedade paulistana, entre as décadas de 1920 e 1930. Alma é o romance de estréia de Oswald e uma tentativa de buscar novos caminhos no gênero.

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sábado, 8 de novembro de 2014

Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 9: Um Homem Sem Profissão
















Oswald de Andrade pretendia escrever suas memórias em vários volumes. Mas só conseguiu publicar este Um homem sem profissão, aparecido poucos meses antes de sua morte, ocorrida em 1954. É, pois, um livro quase póstumo. Em Um homem sem profissão o líder da Semana de Arte Moderna revela e explica decisivos momentos de sua formação humana e intelectual. Por isso o livro é valioso instrumento para a exegese oswaldiana, além de ser, em si e por si só, obra literária altamente expressiva daquele temperamento indômito, em luta permanente consigo mesmo e o seu meio social.

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Oswald De Andrade - Obras Completas Vol. 6: A Utopia Antropofágica














Este livro reúne textos de Oswald de Andrade dos anos 1920 aos anos 1950. Trata-se de manifestos, uma entrevista, uma comunicação para um congresso de filosofia, duas teses para concurso, uma série de dez artigos de jornal e outros cinco artigos. A obra apresenta manifestos que propõem a valorização do elemento nacional e do primitivo, revisitando-os na esteira das vanguardas européias, na entrevista ele diferencia 'seriedade' de 'sisudez' e nas teses apresentadas ele critica o patriarcado e defende o matriarcado, relacionando-os à vida primitiva e à civilização, discutindo as ideias de Kierkegaard, Marx, Freud e Sartre.

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