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domingo, 31 de julho de 2016

Norberto Bobbio - Direito E Estado No Pensamento De Emanuel Kant














Esta obra reúne duas figuras centrais do pensamento político dos últimos séculos - um dos maiores especialistas em filosofia política de nossa época, o italiano Norberto Bobbio, e o maior filósofo da Idade Moderna e o que melhor representou o pensamento político dessa fase, o alemão Emanuel Kant. Bobbio realiza uma exposição impecável dos escritos jurídicos e políticos de Kant por meio da brilhante comparação com outras doutrinas jurídicas e políticas -- como as dos filósofos Hobbes, Locke e Rousseau, entre outros --, sempre evidenciando o conceito de Estado liberal, de que o pensamento de Kant foi o mais rigoroso formulador. Um livro esclarecedor que promove um importante debate sobre a cena política contemporânea e que é, principalmente, um incentivo ao entendimento adequado da democracia.

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terça-feira, 3 de maio de 2016

Francisco Jozivan Guedes De Lima - A Teoria Kantiana Das Relações Internacionais: Pressupostos Morais, Jurídicos E Políticos














O objetivo precípuo do livro consiste em investigar o projeto kantiano À paz perpétua tendo como foco central a análise acerca de seus pressupostos morais, jurídicos e políticos. Na concepção de Kant, a paz perpétua é um ideal inatingível, mas os princípios basilares direcionados à sua aproximação são historicamente possíveis. Para isso, é imprescindível que os Estados nas suas relações recíprocas adentrem a uma condição jurídica. Isso significa que problemas em torno da provisoriedade da propriedade e da violência não serão devidamente dirimidos enquanto o direito não for também estabelecido em nível internacional e cosmopolita.

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Paula Órdenes & Daniela Alegría (Edits.) - Kant Y El Criticismo: Pasado, Presente, Y ¿Futuro? (Espanhol)














Este libro recoge una selección de comunicaciones presentadas durante los tres días del Primer Congreso Internacional: “Kant y el Criticismo: pasado, presente y ¿futuro?”. Durante los días 7, 8 y 9 de abril de 2014 se conmemoraron, en el marco del Congreso, los doscientos noventa años del natalicio de Immanuel Kant. Actividad que se realizó gracias al apoyo significativo de tres instituciones académicas en  Chile: Universidad de Chile, Pontificia Universidad Católica de Chile y Universidad Alberto Hurtado. Cada una de estas universidades se encargó comprometidamente de ser sede anfitriona por un día del evento.  El Congreso resultó un éxito, convocando a cientos de personas del quehacer filosófico nacional e internacional, destacando a lo largo de sus tres días de desarrollo  por el alto nivel académico de sus participantes, tanto expositores como público asistente; académicos, estudiantes de posgrado, pregrado e incluso secundarios participaron de este encuentro. Producto de la recepción interacadémica que el encuentro sostuvo es que nos hemos visto en la obligación de realizar una selección de las comunicaciones acogidas en los dos “Call for paper”, y presentadas en el trascurso del Congreso, con el objetivo de publicar en un libro la serie de textos seleccionados. Como criterio de selección de esta edición nos hemos propuesto mostrar el trabajo de una nueva generación de especialistas e interesados en el pensamiento kantiano a expectativas de que éste signifique o evidencie nuevas formas de aproximación a dicho pensamiento, lo cual, desde luego, dejamos a juicio del lector.

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terça-feira, 26 de abril de 2016

Héctor Ferreiro, Thomas Sören Hoffmann & Agemir Bavaresco (Orgs.) - Os Aportes Do Itinerário Intelectual De Kant A Hegel: Comunicações Do I Congresso Germano-Latinoamericano Sobre A Filosofía De Hegel














O desenvolvimento da reflexão filosófica que se realizou no período delimitado pelas obras de Kant e de Hegel é um dos mais importantes da história da filosofia. Neste contexto resulta de especial interesse a questão do sentido e valor da metafísica: a crítica de Kant à metafísica abriu para o pensamento filosófico novos horizontes na medida em que colocou uma série de questões complexas que não puderam ser desde então arquivadas e esquecidas. Agora, no período filosófico que se inicia com a reviravolta crítica de Kant e chega até o sistema enciclopédico de Hegel se voltou a introduzir novamente a metafísica, quer seja em forma subreptícia ou em forma deliberada? Ou mais bem, a filosofia que surge na Alemanha a partir de Kant assimila, apesar das modificações de perspectiva e de método que introduz, o impulso crítico do enfoque kantiano, conseguindo inclusive amplia-lo e aprofunda-lo? Se isto fosse certo: Quais são as potencialidades filosóficas implicadas no itinerário intelectual de Kant a Hegel no que diz respeito a um modo de pensar pós-metafísico que, no entanto, não quer permanecer nas estreitas margens do positivismo e do naturalismo? Quais poderiam ser os aportes desta nova forma de pensar os debates contemporâneos em torno das questões fundamentais da filosofia?

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domingo, 3 de abril de 2016

Diego Carlos Zanella - O Cosmopolitismo Kantiano: Do Melhoramento Dos Costumes Humanos À Instituição Da Paz














O cosmopolitismo é uma teoria que volta e meia ressurge, mas que na maioria das vezes é expressa em forma adjetivada. No entanto, o cosmopolitismo é um conceito ocidental que representa a necessidade que agentes sociais têm de conceber uma entidade moral, política e cultural, maior do que a sua própria pátria e que engloba todos os seres humanos em escala global. O cosmopolitismo, portanto, pressupõe uma atitude positiva em relação à diferença, um desejo para construir amplas alianças e comunidades globais – iguais e pacíficas – de cidadãos que deveriam ser capazes de comunicar-se e relacionar-se além das fronteiras culturais e sociais formando uma solidariedade universalista. O cosmopolitismo defende a igualdade e a liberdade entre os homens. O cidadão do mundo – o cosmopolita – é uma pessoa que deseja transcender a divisão geopolítica que é inerente às cidadanias locais dos diferentes Estados e países soberanos.

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Maria De Lourdes Borges - Razão E Emoção Em Kant














O livro Razão e Emoção em Kant foi concebido em duas partes. Na primeira, há a abordagem da fundamentação da filosofia prática kantiana, a partir da análise das diversas estratégias de obtenção e fundamentação do princípio da moralidade. Após, é apresentada a teoria da ação de Kant e analisada a passagem de uma teoria prática a priori para a Metafísica dos Costumes e Antropologia Prática. Na segunda parte, busca-se localizar as emoções no sistema kantiano e investigar como elas se relacionam com a parte pura desta. Segue-se a isto uma análise de alguns sentimentos e seu papel na moralidade, dando ênfase à simpatia e outras formas de amor, principalmente o amor e paixão e o amor e afeto. Há uma preocupação clara com o papel que sentimentos, tal  como a simpatia, podem cumprir como móbil moral, analisando a pertinência da crítica de insensibilidade à filosofia kantiana. Por fim, a investigação volta-se a atenção a uma função dos sentimentos enquanto condição estética para a recepção do dever, e para a apresentação  de um modelo para as emoções em Kant, tendo como pano de fundo a indicação de uma forma que concilie a razão e emoções em através da virtude.

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Carlos Ferraz, Flávia Carvalho Chagas, Keberson Bresolin & Robinson Dos Santos (Orgs.) - A Filosofia Prática De Kant: Ensaios














O presente volume pretende dar continuidade ao projeto que já trouxe ao público a coletânea “Moral e Antropologia em Kant”, organizado pelos Professores Flavia Chagas e Robinson dos Santos. Nesse sentido, ele faz parte da ideia de dar publicidade aos trabalhos ligados a uma atividade que começou a ganhar sistematicidade, na Universidade Federal de Pelotas, em 1998, com a realização do primeiro Colóquio Kant. Os trabalhos aqui presentes representam o resultado de atividades que começaram a ocorrer, de forma sistemática e em interlocução com pesquisadores de outras instituições, em 1998, as quais estão hoje solidificadas, seja pelo atual caráter internacional do Colóquio (que ocorre a cada dois anos), seja pela ininterrupta pesquisa realizada pelos Professores que fazem parte do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pelotas, bem como, cabe notar, por seus orientandos junto ao Programa de Pós-Graduação em Filosofia.

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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Immanuel Kant - A Religião Nos Limites Da Simples Razão














A redução da religião à moral leva Kant a expor de modo simbólico os princípios da religião cristã, a propor a distinção entre a fé histórica (fé eclesial, que é desvalorizada) e a fé da razão (fé religiosa), a encarar as verdades reveladas como simples auxiliares da religião enquanto sentimento moral.

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Hélio José Dos Santos Souza - O Problema Da Motivação Moral Em Kant














Por que os homens são livres? No que consiste a liberdade humana? Como é possível a ação moral? Como um corpo submetido a leis naturais pode ser livre? Para responder perguntas simples como estas e outras não tão simples é que Hélio José dos Santos Souza se dedica a estudar a obra de Kant, especialmente a Fundamentação da metafísica dos costumes. Trata-se de saber se a moralidade e a ética são expressões de um princípio racional incondicionado igualmente presente nas leis imutáveis da natureza, e como é possível nos tornarmos homens melhores apesar de sermos homens. O autor apresenta ainda a discussão destes problemas por alguns dos grandes intérpretes da obra de Kant, o que enriquece filosoficamente a análise e as alternativas pertinentes. Este é um trabalho acadêmico que pode estabelecer a vocação filosófica de seus leitores: a reflexão sobre o que está em jogo é por si só um prazeroso exercício do filosofar.

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Vicente Zatti - Autonomia E Educação Em Immanuel Kant E Paulo Freire














O conceito iluminista de autonomia, que adquire centralidade em Kant, foi essencial para o desenvolvimento da sociedade e da educação desde a modernidade. Kant propôs uma educação a partir da metafísica da subjetividade como uma ética aplicada, formulou tal sentido por meio de uma fundamentação filosófica racionalizada de autodeterminação e autonomia. Para ele, o homem guiado pela sua razão universal, agindo por dever, segundo o imperativo categórico, é auto-responsável e autônomo, enquanto o homem sensível que recebe influências externas à razão, é o homem em condição de heteronomia. Em Paulo Freire a autonomia ganha um sentido sócio-político-pedagógico, cabe à educação formar o homem consciente e crítico, capaz de transformar as estruturas opressoras e alienantes, capaz de transformar as condições concretas de heteronomia. Essa obra tematiza, a partir de Kant e Freire, aspectos de uma educação que vise superar as heteronomias do nosso tempo e formar para a autonomia. Para tal, analisamos a concepção de autonomia de cada autor, as heteronomias contra as quais se voltam, as confluências e dissonâncias entre ambos os autores, bem como, as heranças kantianas indiretas presentes em Freire. Em oposição às correntes tecnicistas, abordamos a educação como formação da totalidade do humano, por isso também analisamos os aspectos políticos, éticos e estéticos envolvidos na proposta de educação para a autonomia dos autores. Ao tratarmos da formação estética abordamos Schiller, que é um continuador da obra de Kant e que, juntamente com Freire, mostra-nos a importância de, ao falarmos de autonomia, não pensarmos ética e estética como opostas.

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Immanuel Kant - Textos Seletos














Recordar Kant é pensar, em tudo o que disse, o que o coração de sua filosofia quis dizer. É o exemplo do próprio Kant. No que outros pensadores disseram, só se interessava pelo que quiseram dizer. Immanuel Kant foi um dos mais importantes e influentes filósofos da modernidade. Para recordá-lo, a presente publicação reúne o prefácio da Crítica da Razão Pura e outros textos menos conhecidos.

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