As duas novelas que formam este livro, ‘Dão-Lalalão (o devente)’ e
‘Buriti’, têm em comum a sensualidade como força empolgante, que se
sobrepõe a convenções e preconceitos, dominando totalmente o homem e a
mulher. Terceiro dos volumes em que foram divididas as histórias
originalmente publicadas em “Corpo de Baile”.
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Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).
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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
João Guimarães Rosa- Primeiras Estórias
Esta obra-prima de Guimarães Rosa traz contos que narram os costumes e a
linguagem da gente de Minas Gerais, mas extrapolam a cor local. Em A
Terceira Margem do Rio, um homem abandona a família para viver no meio
de um riacho, convidando o leitor a uma reflexão metafisica sobre o
sentido da vida. Já Luas de Mel narra a fuga de um casal apaixonado, que
é abrigado por um senhor de meia-idade de nome Joaquim Norberto. O amor
dos jovens acaba inspirando o homem, que revive momentos de paixão e
envolvimento com sua velha senhora, Sá Maria-Andreza.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Gilca Machado Seidinger - Guimarães Rosa Em Tradução
Neste livro, Gilca Machado Seidinger estuda as relações entre
enunciação, enunciado e história na obra Tutaméia, de João Guimarães
Rosa, tratando também da versão alemã assinada por Curt Meyer-Clason.
Pressupondo que o processo de tradução altera significações originais ou
produz novas significações não previstas pelo autor, a autora recorre à
narratologia genettiana, bem como à teoria das modalidades da tradução,
de Francis Aubert, para examinar as quarenta narrativas do livro. Uma
obra importante no campo dos estudos literários, voltada para a ficção
de Guimarães Rosa, e que aborda, com muita competência, um dos livros
mais complexos e menos estudados do autor, levantando, ao mesmo tempo,
aspectos relevantes para a análise teórica e para a prática da tradução
de textos literários, sobretudo os modernos, que proporiam ao tradutor
desafios antes inimagináveis.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
O site pede cadastro. É fácil, rápido e vale a pena.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
João Guimarães Rosa - Tutameia
Este volume reúne as narrativas mais curtas do autor, originalmente
escritas para publicação em revista. A região Centro-Oeste, o sertão
mineiro, as velhas fazendas, as pequenas povoações, as grandes boiadas e
os seus vaqueiros constituem o ambiente em que se desenrolam os
acontecimentos.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015
João Guimarães Rosa - Manuelzão E Miguilim
As duas novelas que formam este volume foram publicadas originalmente
como parte de “Corpo De Baile”, passando a ter vida editorial autônoma,
sob o título de “Manuelzão E Miguilim”. Manuelzão e Miguilim é uma obra composta por duas narrativas: Campo
Geral e Uma Estória de Amor. Ambas são carregadas de lirismo. Em Campo Geral, vemos a habilidade de Rosa para recriar o mundo captado pela perspectiva de uma criança. Se a infância aparece com frequência nos textos rosianos, sempre
ligada à magia de um mundo em que a sensibilidade, a emoção e o poder
das palavras compõem um universo próximo ao dos poetas e dos loucos, é
em Miguilim, nome com que passou a ser conhecida a novela, que essa
temática encontra um de seus momentos mais brilhantes e comoventes. É uma espécie de biografia de infância —que alguns críticos afirmam
ter muito de autobiográfico – centrada em Miguilim, um menino que morava
com sua família no Mutum, um remoto lugarejo do sertão. O aprendizado das coisas do mundo é a travessia que se impõe a Miguilim; crescer implica a perda da ingenuidade e a dor. Miguilim vive no Mutum, região isolada e primitiva, com sua família. O
pai — Bernardo — é um homem rústico, embrutecido e que se destrói; a
mãe — Nhanina — é frágil e insatisfeita; os irmãos – Dito, Tomezinho,
Chica e Drelina —; a avó Izidra; o tio Terez; Rosa e Mãitina, ajudantes
de sua mãe no serviço da casa; os vaqueiros vizinhos; o papagaio,
Pinto-de-Ouro; o gato; os cachorros; os malvados Liovaldo (irmão da
cidade) e Patori são o seu universo, instrumentos de sua travessia pelas
veredas do Mutum e pela vida. Manuelzão – condutor de boiadas – fazedor da festa na Samarra.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
João Guimarães Rosa - Grandes Sertões: Veredas
Nesta obra de Guimarães Rosa, o sertão é visto e vivido de uma maneira
subjetiva e profunda, e não apenas como uma paisagem a ser descrita, ou
como uma série de costumes que parecem pitorescos. Sua visão resulta de
um processo de integração total entre o autor e a temática, e dessa
integração a linguagem é o reflexo principal. Para contar o sertão,
Guimarães Rosa utiliza-se do idioma do próprio sertão, falado por
Riobaldo em sua extensa e perturbadora narrativa. Encontramos em Grande Sertão: Veredas dimensões universais da condição humana - o
amor, a morte, o sofrimento, o ódio, a alegria - retratadas através das
lembranças do jagunço em suas aventuras no sertão mítico, e de seu amor
impossível por Diadorim.
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