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domingo, 10 de julho de 2016

Maisa Cardoso (Edit.) - Desertificação, Degradação Da Terra E Secas No Brasil














As terras secas, submetidas à influência de climas áridos, semiáridos e subúmidos secos, de acordo com a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), concentram 41,3% da superfície emersa do planeta e 35,5% da população global (UNITED NATIONS, 2011). Essas terras, além de apresentarem os maiores índices de pobreza, também são afetadas pelos mais variados vetores de pressão sobre os seus recursos naturais, especialmente a água, o solo e a biodiversidade. E é nesses ambientes que ocorre o processo de desertificação, resultante da degradação da terra por consequência de vários fatores, incluindo as variações climáticas e as atividades humanas. O Semiárido brasileiro, de modo particular, objeto central deste estudo, insere-se na categoria de terras secas, compondo, aproximadamente, 63% da Região Nordeste e 10% do território brasileiro. A referida área posiciona-se, segundo Ab’Sáber (1974), como um clima azonal de expressão regional, marcando exceção em relação aos climas zonais peculiares às faixas de latitudes similares da Terra.

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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Maisa Cardoso (Edit.) - Plano De Ciência, Tecnologia E Inovação Para O Desenvolvimento Da Amazônia Legal














Há um grande consenso de que um projeto de desenvolvimento para a Amazônia terá que ter como eixo central a Ciência, Tecnologia e Inovação . Isto requer o fortalecimento do Sistema Regional de CT&I e, ao mesmo tempo, o seu direcionamento para processos mais densos de conhecimento, compatíveis com a especificidade do potencial regional de geração de riquezas. Isto também é oportuno, pois o novo paradigma tecnológico ou a “revolução técnico-científica” em curso, que caracteriza a atual fase do desenvolvimento em nível mundial, centrada nas tecnologias de informação e comunicação, ampliou as possibilidades de mudar a natureza das relações de exploração extensiva e predatória dos recursos naturais.

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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Maisa Cardoso (Edit.) - Eficiência Energética: Recomendações De Ações De CT&I Em Segmentos Da Indústria Selecionados (Celulose E Papel)














O presente estudo responde a uma demanda do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e apresenta a consolidação de dois estudos realizados pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Um trata do contexto do setor de celulose e papel, o outro expõe a visão de futuro para o setor e propõe ações que fomentem a ciência, tecnologia e inovação (CT&I) nessa área. O segmento brasileiro de celulose e papel possui a maior área de florestas certificadas entre os segmentos de base florestal do país. Segundo a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), em , a área total certificada era de dois milhões de hectares. As grandes empresas produtoras de celulose e papel do Hemisfério Norte estão à frente das empresas brasileiras nas pesquisas industriais e tecnológicas especializadas. Todavia, a indústria brasileira leva vantagem nas etapas iniciais da cadeia produtiva e na logística. No Brasil, o eucalipto, que compõe a base florestal das empresas brasileiras, pode ser cortado entre seis a sete anos, enquanto no norte da Europa os pinheiros não levam menos de a anos para estarem prontos. Mesmo com o eucalipto da Península Ibérica e do Chile, com uma maturação de a anos, não se obtêm as mesmas vantagens do Brasil.

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Maisa Cardoso (Edit.) - Desafios Ao Desenvolvimento Brasileiro: Uma Abordagem Social-Desenvolvimentista














Nos últimos anos e com maior intensidade depois da crise mundial que revelou, com fatos, as fragilidades do modelo, até então hegemônico à escala global, de mercado autorregulado, a temática do desenvolvimento voltou a ocupar lugar de destaque na agenda brasileira, tanto no âmbito acadêmico quanto nas instâncias de discussão e decisão das políticas públicas. O sempiterno debate entre desenvolvimentistas, herdeiros dos ensinamentos da economia política clássica e do estruturalismo latino-americano, e os defensores da velha ortodoxia liberal, que havia sido interditado nos anos 90 com a adesão tardia do Brasil ao receituário neoliberal, ganhou, assim, visibilidade e atualidade crescentes.

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Maisa Cardoso (Edit.) - Programa Demonstrativo Para Inovação Em Cadeia Produtiva Selecionada: Indústria Aeronáutica Brasileira














A ideia de elaborar um Programa Demonstrativo para Inovação na Cadeia Produtiva do Setor Aeronáutico teve origem na reunião de validação, realizada em 2012, de um trabalho desenvolvido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), denominado Dinâmica de Inovação nas Empresas Industriais Brasileiras. Naquela ocasião, especialistas em inovação e representantes de organizações empresariais e de instituições públicas consideraram relevantes as recomendações do estudo, no sentido de selecionar um setor estratégico para o desenvolvimento do país e para o qual deveria ser detalhada uma proposta concreta de organização e programação do processo de inovação, chegando, inclusive, ao custo dos investimentos necessários. A opção pela cadeia produtiva aeronáutica, além de sua prioridade dentro da política industrial do governo, se fundamentou na existência de um acervo de informações sobre o setor, proveniente de um estudo prospectivo publicado poucos anos antes e de um trabalho, então em curso, de elaboração de um programa de Plataformas Demonstradoras Tecnológicas (PDT), voltado para a ampliação da competitividade setorial no curto e médio prazo. Essas condições favoreciam a preparação de recomendações para o setor aeronáutico com uma visão de longo prazo, ou seja, orientado para tecnologias com menor grau de maturidade.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Maisa Cardoso (Edit.) - Dimensão Territorial No Planejamento De CT&I














O estudo Dimensão Territorial no Planejamento de CT&I tem como objetivo construir um referencial analítico abrangente sobre essa temática e organizar um conjunto de orientações e sugestões para a política de CT&I no Brasil. A dimensão territorial, nas suas diversas escalas, pode dar consistência à articulação e ao fortalecimento de estratégias de políticas de CT&I que visem a conexões sistêmicas entre a promoção de um mercado de massas e o desenvolvimento de um sistema industrial competitivo, criando um círculo virtuoso que associa crescimento, equidade, coesão e inovação.

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Maisa Cardoso (Edit.) - Sugestões De Aprimoramento Ao Modelo De Fomento À PD&I Do Setor Elétrico Brasileiro: Programa De P&D Regulado Pela Aneel














As características do setor de energia elétrica no Brasil são consideradas como únicas no mundo. O sistema de produção de energia elétrica do Brasil é um sistema hidrotérmico de grande porte, com forte predominância de usinas hidrelétricas e com múltiplos proprietários. O Setor Elétrico Brasileiro (SEB) é composto pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), formado por empresas das cinco regiões do País, e alguns sistemas isolados localizados principalmente na região Amazônica. O SEB apresenta desafios específicos, devido às suas particularidades, que apenas serão vencidos por meio de soluções inovadoras. Apesar dos esforços de empresas e universidades e da atuação do governo no fomento à inovação, entende-se que ainda existem obstáculos a serem superados para que o setor otimize seu desempenho em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e promova o aumento da inovação e competitividade.

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