O livro é composto por 30 contos, que mostram a decadência do Vale do
Paraíba com a queda do ciclo do café. O livro foi publicado
originalmente com o subtítulo “Contos e Impressões” e reunia trabalhos
bastante antigos, alguns do tempo de estudante de Lobato. Em edições
subsequentes, novos textos acrescentaram-se à obra. Os contos do livro
são: “Cidades mortas”, “A vida em Oblivion”, “Os perturbadores do
silêncio”, “Vidinha ociosa”, “Cavalinhos”, “Noite de São João”, “O pito
do reverendo”, “Pedro Pichorra”, “Cabelos compridos”, “O resto de onça”,
“Por que Lopes se casou”, “Júri na roça”, “Gens Ennyyeux”, “o fígado
indiscreto”, “O plágio”, “O romance do Chopin”, “O luzeiro agrícola”, “A
cruz de ouro”, “De como quebrei a cabeça à mulher do Melo”, “O espião
alemão”, “Café café”, “Toque outra”, “Um homem de consciência”, “Anta
que berra”, “O avô de Crispim”, “Era no paraíso”, “Um homem honesto”, “O
rapto”, “A nuvem de gafanhotos” e “Tragédia de um capão de pintos”.
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Estamos Em Uma "Casa" Nova
Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Monteiro Lobato – O Presidente Negro

O presidente negro é o único romance adulto de Monteiro Lobato. Embora
ainda não tivesse pisado em terras norte-americanas quando escreveu esse
livro, Lobato ambienta sua história futurista nas terras de Henry Ford.
Em 1926 o autor publicou o romance com o título 'O choque' e, duas
décadas depois, mudou o nome para 'O presidente negro'. A obra aborda
temas como a segregação entre brancos e negros, aculturação, feminismo e
ainda profetiza o surgimento de uma rede pela qual as pessoas se
comunicariam e trabalhariam à distância. Através das lentes do
'porviroscópio', aparelho capaz de prever o futuro, Lobato leva os
leitores para 2228, ano em que o personagem Jim Roy concorre à
presidência dos Estados Unidos.
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Monteiro Lobato - Negrinha
Em 1920, Monteiro Lobato (1882-1948) publicava o conto Negrinha no
livro do mesmo nome. Embora distante três décadas da proclamação da
República e da extinção da escravidão, o Brasil ainda vivia efeitos da
transição da Monarquia para a República e do trabalho escravo para o
trabalho livre. O país, que até então tinha sua estrutura social baseada no meio
rural e a estrutura econômica dependente da mão de obra escrava, passava
por inúmeras transformações. A indústria começava a se desenvolver e o
processo de urbanização avançava. O Brasil modernizava-se, mas o
preconceito racial contra aqueles que tinham a pele negra ou parda,
antigos escravos e seus descendentes, permanecia o mesmo. Sensível observador, Lobato denunciou, em momentos de suas obras, a
desigualdade entre brancos e negros, herança do escravismo. O conto
Negrinha é um desses momentos. Com personagens que representam a
população brasileira das décadas iniciais do século XX, Lobato expõe a
mentalidade escravocrata que ainda persiste tempos depois da abolição.
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segunda-feira, 25 de abril de 2016
Monteiro Lobato - Peter Pan
Quem era Peter Pan? Ninguém do sítio sabia, nem a própria Dona Benta, a
velha mais sabida de quantas há. Para satisfazer a curiosidade geral,
Dona Benta encomendou e leu um livro (em inglês.). Foi assim, que ela
pode contar as aventuras do menino que não queria crescer, morador da
Terra do Nunca..
domingo, 20 de março de 2016
Monteiro Lobato - Emília No País Da Gramática
Este livro conta a viagem que
Pedrinho, Narizinho, Visconde, Quindim e, claro, Emília fazem até o País
da Gramática. Lá eles aprendem a língua portuguesa de um jeito muito
divertido, usando a imaginação e a criatividade. Como? Caminhando pelos
bairros da cidade Portugália, brincando de criar palavras, interjeições,
orações e conversando com as senhoras Etimologia, Sintaxe, Ortografia e
muitas outras, que ensinam a origem e o significado das palavras e como
escrevê-las corretamente, formando frases coerentes e coesas. Como o
livro foi lançado pela primeira vez em 1934, muitas regras e conceitos
gramaticais antigos foram atualizados e comentados para que o leitor de
hoje também viaje por esse país.
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Elisângela Da Silva Santos - Monteiro Lobato E Seis Personagens Em Busca Da Nação
Neste livro, Elisângela da Silva Santos investiga qual seria o
"projeto" de nação - compreendida como projeto político social - na
obra destinada ao público infantil de Monteiro Lobato, conhecida também
como uma literatura pedagógica. A autora acredita na possibilidade de
Lobato ser visto como integrante da galeria de nossos pensadores
sociais, pois em seu gênero literário infantil ressoa uma visão de país,
um diagnóstico e um projeto de futuro para o Brasil. Nesse sentido, a
autora discute a possibilidade de tomar a literatura lobatiana como
elemento de compreensão da realidade social brasileira dos anos 1920 e
1930. Assim, Elisângela Santos procura ver na obra de Lobato uma crítica
à sociedade em que vivia o escritor que, além de estar preocupado com
questões estéticas e linguísticas de seu tempo, sempre formulou críticas
à nossa "parasitia intelectual", aos intelectuais e à elite que,
segundo ele, assistia de braços cruzados aos diversos problemas de
ordem social política e econômica, sem propor alternativas de mudanças.
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Thiago Alves Valente & Marisa Lajolo - Monteiro Lobato: Um Estudo De A Chave Do Tamanho
Neste livro, Thiago Alves Valente faz um percurso panorâmico e
histórico da fortuna crítica de A chave do tamanho, de Monteiro Lobato,
configurando um quadro por cujas lacunas pretende caminhar. Ao organizar
os vários estudos críticos por eixos temáticos (ideologia, pensamento
filosófico, cientificismo, questões estéticas), o autor constata que há a
"necessidade de empreender uma análise textual em que os elementos
estruturais da narrativa possam ser compreendidos sem sua
funcionalidade na construção da obra". Com esse intuito, Valente
realiza um confronto entre as modificações feitas por Monteiro Lobato
nas várias edições do livro para, em seguida, apresentar com rara
originalidade sua crítica desse texto lobatiano, comprovando, por meio
de elementos que estruturam a narrativa, de que modo os temas centrais
da obra de Lobato estão articulados na criação literária.
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Loide Nascimento De Souza - Nas Raias De Um Gênero: A Fábula E O Efeito Fábula Na Obra Infantil De Monteiro Lobato
O livro procura fazer uma ampla abordagem crítica e histórica da fábula a
partir de estudos europeus, americanos e brasileiros, e analisa a
partir daí a disseminação e o aproveitamento do gênero no conjunto da
obra infantil de Monteiro Lobato (1882-1948), além das contribuições do
escritor para essa modalidade narrativa. Para a autora, os
elementos mais consagrados da fábula – as personagens tipificadas, a
narrativa do tipo alegórico, o sentido ético e a metalinguagem presente
em expressões como “moral da história” ou “a fábula mostra” – que,
juntos, estabelecem o que ela chama de “efeito fábula” - estão presentes
em Lobato, mas com um viés literário crítico e até mesmo
“antropofágico”, cujas origens estão em alguns dos livros que ele antes
escreveu para o público infantil. Lobato considerava a produção
anterior e contemporânea destinada a esse público (inclusive a dele
mesmo) demasiadamente pedagógica e autoritária, e de certo momento em
diante planeja sua obra de modo a promover antes a diversão, utilizando
uma linguagem fluida e atualizada e respeitando, sobretudo, o ponto de
vista da criança. No caso da fábula, Lobato lança mão de uma estratégia
ainda mais ousada quando questiona e relativiza a moral e elege a
criança como a avaliadora do texto fabular, com liberdade para aprovar
ou rejeitar a história.
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
Kátia Chiaradia - Ao Amigo Franckie, Do Seu Lobato
Durante o período de 1934 a 1937, estreitaram-se as relações entre
Monteiro Lobato e o suíço Karl Werner Franke, engenheiro do petróleo
que, imigrado em junho de 1920, passa a chamar-se Charles Frankie.
Lobato e Frankie trocaram nesse período de três anos mais de cem
missivas além de alguns documentos técnicos relacionados à exploração
do petróleo brasileiro. Nessas cartas, Lobato, além de se familiarizar
com alguns termos técnicosgeológicos da exploração petrolífera, faz
críticas contundentes ao Código de Minas de 1934 e ao "atraso
brasileiro" e protagoniza a história das primeiras companhias
petrolíferas do Brasil. Em outros momentos da correspondência, entram em
discussão questões acerca da parceria na tradução e prefaciação de A
luta pelo Petróleo, de Essad Bey, Lobato e Franckie discutem literatura e
seus aspectos, como os requisitos para uma boa tradução, ou os
critérios para um livro bem editado e bem distribuído. Os exemplares d'A
luta são tidos, por ambos, como propulsores de uma nova Era para as
pesquisas petrolíferas.
Acabei A Luta do Petróleo. O editor daqui pagará 500
marcos ao editor alemão, de direitos, e nós daremos nosso
trabalho de tradução de graça em troca de 1000 exemplares para
distribuirmos pelo congresso federal e estadual e mais gente do
governo que não tem a menor idéia do que seja o petróleo. Vou
agora fazer o meu prefácio. Você fará o seu - e num apêndice
porei no fim a Lei de Minas, precedida duma introdução
maquiavélica em que se foi a Standart que mandou fazer aquela
lei cheia de embaraços, para que ela pudesse sossegadamente ir
adaptando as terras petrolíferas até o dia em que entenda-se em
explorar petróleo. Aí então cairá a Lei de Minas atual, que se terá
aproveitado a ela, e virá uma nova que a favoreça.
... O livro é que vai abrir os olhos dessa gente,
mostrando a significação do petróleo. Ninguém sabe. Este país é
uma burrada imensa...(...)
Fundação de companhias, críticas a uma legislação falha e a busca de uma
que privilegie os interesses nacionais da exploração do petróleo,
relações cotidianas de perfuração, implicações políticas de um livro: é
disso basicamente que se ocupam tais cartas, representativas dessa
parceria "político-ideológicoliterária". A dissertação em questão estuda
o cruzamento dessa correspondência entre Lobato e Frankie com a ficção O
poço do visconde e a prosa crítica sóciopolítica de O Escândalo do
Petróleo, apontando semelhanças e divergências na abordagem do mesmo
tema por diferentes gêneros.
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sexta-feira, 17 de abril de 2015
Monteiro Lobato - Viagem Ao Céu
Neste passeio interplanetário a turma do Sítio do Picapau Amarelo
aprende noções de astronomia. Enquanto Pedrinho, Narizinho e Emília
divertem-se no espaço, Tia Nastácia fica na Lua cozinhando para São
Jorge. As crianças se divertem nos anéis de Saturno e chispam pelo
universo na cauda de um cometa.
domingo, 12 de outubro de 2014
Monteiro Lobato - Histórias De Tia Nastácia
Folclore
são coisas que o povo sabe e transmite contando de um para o outro, de
pais a filhos. São contos, histórias, anedotas, superstições,
sabedoria popular, ditados... Quem, então, melhor que Tia Nastácia para desfiar as histórias do nosso folclore?
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Monteiro Lobato - Dom Quixote Das Crianças
Bisbilhotando
na estante de Dona Benta, Emília descobre um livro que nunca tinha
visto: "Dom Quixote de La Mancha". Dona Benta começa a leitura da obra
para os meninos, mas eles tropeçam no estilo do autor, muito rico e
muito difícil. A paciente senhora decide, então, interromper a leitura, e
conta a história com suas próprias palavras.
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