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domingo, 20 de novembro de 2016

Alexandre De Araújo Pereira (Org.) - Diretrizes Clínicas Para Atuação Em Saúde Mental Na Atenção Básica














Esta publicação tem o objetivo de fornecer informações que possam auxiliar os profissionais da atenção básica a conduzir situações clínicas no campo da saúde mental. Os textos aqui escritos fazem parte da referência de leitura obrigatória do módulo de Saúde Mental do Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, modalidade a distância, realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais, por meio do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva/Faculdade de Medicina, com a participação da Cátedra da UNESCO de Ensino a Distância/Faculdade de Educação, Faculdade de Odontologia e Escola de Enfermagem. Os seguintes temas foram abordados: diretrizes de intervenção quanto à mudança de comportamento - a entrevista motivacional; diretrizes de abordagem psicoterápica na atenção primária, diretrizes gerais de abordagem das somatizações, síndromes ansiosas e depressivas; diretrizes para abordagem da abstinência alcoólica e diretrizes para o uso de contenção química. Essa publicação eletrônica tem apoio do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva - Nescon - da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.

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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Martha Lourenço Vieira & Maria Da Graça Costa Val - Produção De Textos Escritos: Construção De Espaços De Interlocução














Neste Caderno, tratamos da produção de textos escritos. Nosso objetivo é propiciar ao professor refletir sobre o processo de apropriação da linguagem escrita, para que ele possa contribuir mais efetivamente para o desenvolvimento da competência discursiva de seus alunos. Entendemos como competência discursiva a capacidade de produzir e interpretar textos com adequação, levando em conta os elementos pertinentes da situação de interação lingüística. O texto – oral ou escrito – é pensado como mediador do processo de interlocução, principalmente o que se estabelece entre os alunos e o professor. Nosso ponto de partida é uma noção de linguagem como forma de interação social, como atividade discursiva. Nosso foco é que aprender a produzir textos escritos é, fundamentalmente, aprender a representar, na escrita, a atividade de interação lingüística que acontece “naturalmente” na fala.

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Maria De Fátima Cardoso Gomes & Sara Mourão Monteiro - A Aprendizagem E O Ensino Da Linguagem Escrita














Este Caderno trata das concepções de aprendizagem e de ensino da linguagem escrita, buscando relacionar essas duas faces do processo de apropriação da escrita. Para tanto, organiza-se em duas partes: na primeira, examina os conceitos de aprendizagem e desenvolvimento e analisa as relações entre esses dois processos, tendo em vista a apropriação da leitura e da escrita; na segunda, volta-se para as implicações das reflexões apresentadas na primeira parte para a definição dos procedimentos de ensino, analisando algumas propostas de atividades didáticas. Em linhas gerais, o que se busca aqui é responder a duas grandes questões com relação à linguagem escrita – como se aprende? e como se deve ensinar? –, fazendo a segunda resposta decorrer da primeira. Em função das perguntas a que pretendem responder, as duas partes têm perfil distinto: a primeira prioriza a discussão conceitual e a segunda caracteriza-se por reflexões de natureza procedimental. Em outros termos: a primeira unidade (parte I) está centrada na revisão de concepções psicológicas e em articulações conceituais essenciais ao processo de aprender a leitura e a escrita; a segunda unidade (parte II) convida o professor a refletir sobre a elaboração e a realização de atividades (exercícios de sala de aula), integrando a perspectiva de ensino às concepções de aprendizagem assumidas na primeira parte.

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Isabel Cristina Alves Da Silva Frade & Ceris Salete Ribas Da Silva - A Organização Do Trabalho De Alfabetização Na Escola E Na Sala De Aula














Neste Caderno, trabalharemos com a organização do processo de alfabetização dos pontos de vista da sala de aula e da escola como um todo. O trabalho com alfabetização e letramento implica que o profissional da alfabetização adquira conhecimentos que lhe indiquem qual a melhor seleção de conteúdos, de métodos de ensino, de procedimentos, que devem ser dimensionados sempre pensando-se nas capacidades cognitivas dos alunos e no sentido da aprendizagem da linguagem escrita. O professor e a escola precisam almejar bons resultados e, para nós, sucesso na alfabetização das crianças significa formação de bons leitores e produtores de textos. Podemos considerar que o grande desafio do alfabetizador, hoje, consiste em organizar o trabalho contemplando, ao mesmo tempo, a apropriação do sistema de escrita e o uso efetivo da leitura e da escrita. Isso significa, em outros termos, alfabetizar letrando.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Angela Paiva Dionisio (Org.) - Verbetes Enciclopédicos: Desenho Anatômico E Diagrama














A Série Verbetes Enciclopédicos apresenta, de forma clara, interativa e substancial, informações sobre gêneros  multissemióticos,  que  são  intrinsecamente dinâmicos, pois suas semioses estão em constante devir. São, por exemplo, diagramas, que se constituem de formatos variados; são mapas, que mudam de feição, segundo as representações que fazem da realidade; são linhas do tempo, que se apresentam horizontal ou verticalmente, mas também em zigue-zague... Ou seja, são gêneros que se transformam, mas que se deixam capturar, sendo apresentadas, nos verbetes, suas possibilidades de configurações. A leitura do verbete Desenho Anatômico nos faz lembrar o artista gráfico norte-americano Eric Drooker, que usa a técnica de raio X para representar os tipos humanos, como se estivessem sendo vistos por dentro. A leitura do verbete Mapa nos faz associá-lo ao livro El Hacedor, de Jorge Luis Borges, especificamente o texto Museo, que aborda a arte da cartografia, mostrando a impossibilidade de um mapa coincidir exatamente com o que ele representa.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Marco Antônio De Oliveira - Conhecimento Linguístico E Apropriação Do Sistema De Escrita














Neste Caderno vamos tratar das relações que se estabelecem entre os aspectos ortográficos do português escrito e o sistema fonológico do português. Nosso recorte é, portanto, bastante preciso. Conforme sabemos, a escrita de qualquer uma das línguas humanas – e, entre elas, o português – envolve muitos aspectos que o aprendiz deve dominar ao longo de seu aprendizado. Além dos aspectos fonológicos, ou seja, além dos aspectos que têm a ver com os sons do português, a escrita do português envolve também aspectos morfológicos, gramaticais e textuais. Cuidaremos, aqui, apenas dos primeiros aspectos, os fonológicos, sem, é claro, pensar que outros fatores não estejam igualmente envolvidos no aprendizado da escrita e que esses fatores não sejam igualmente importantes.

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Delaine Cafiero - Leitura Como Processo














Esta unidade apresenta fundamentos que ajudam a entender como lemos e compreendemos os textos escritos. Vamos discutir respostas para questões com as quais nos defrontamos em nossa prática como professores: por que o aluno muitas vezes não compreende o que ele lê? O que é a leitura? Como construímos sentidos para os textos que lemos? O que fazemos quando lemos um texto? Que habilidades de leitura precisa ter um leitor para ser considerado um leitor competente? É possível continuar ensinando a ler quem já se alfabetizou? Como ajudar o aluno a compreender bem os diversos textos que circulam na sociedade? Como identificar se o aluno sabe ler e compreender? Nosso objetivo principal é refletir sobre essas questões, construindo um quadro que permita entender como os alunos compreendem, para que possamos ajudá-los a ler melhor. O problema central que focalizaremos diz respeito ao que acontece no processo de leitura depois da decodificação, isto é, depois que o leitor consegue decifrar o escrito (juntando as letras e sílabas, para formar palavras, ou as palavras para formar frases), mas não consegue compreender o que lê.

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Maria Da Graça Costa Val & Martha Lourenço Vieira - Língua, Texto E Interação














Muitos professores das séries ou ciclos iniciais do Ensino Fundamental têm manifestado dúvida sobre como agir diante de uma criança que, por exemplo, numa discussão na aula de Ciências, se manifesta dizendo que, para contribuir para o fim do mosquito transmissor da dengue, é necessário não deixar água acumulada “ nos pratinho das pranta”. O que fazer: suspender a discussão do tema e chamar a atenção da criança, apontando seus erros contra a concordância e a pronúncia da língua padrão? Ou dar prosseguimento ao assunto e criar outras oportunidades para o ensino do “português correto”? Outras perguntas vêm se somar a essa: deve-se ou não trabalhar, no começo do ensino básico, conceitos gramaticais como masculino e feminino, singular e plural, classes de palavras, conjugação verbal? Afinal, o que é ensinar Língua Portuguesa, especialmente para crianças, nos primeiros anos letivos do Ensino Fundamental?

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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Antônio Augusto Gomes Batista & Outros - Práticas Escolares De Alfabetização E Letramento















Este volume da Coleção Instrumentos da Alfabetização encerra a abordagem do planejamento das práticas de alfabetização e letramento, iniciada pelos volumes 4 e 6. No volume 4, a intenção foi a de focalizar a importância do planejamento do ensino da língua escrita, sobretudo no estabelecimento de metas consistentes para a aprendizagem nos três primeiros anos do Ensino Fundamental de nove anos. No volume 6, são apresentados os princípios metodológicos que envolvem a organização das atividades diárias na sala de aula. Este volume está organizado em torno de dois objetivos: a) apresentar os princípios metodológicos que envolvem a organização do tempo nos planejamentos cotidianos; b) apresentar e discutir atividades ou formas de agir que podem ser adotadas na organização do trabalho cotidiano.

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Monica Correia Baptista & Outros (Orgs.) - Literatura Na Educação Infantil: Acervos, Espaços E Mediações
















Nas últimas décadas, sobretudo a partir dos anos 2000, a Educação Infantil brasileira vem sofrendo intensas e significativas mudanças, no que diz respeito tanto à ampliação do atendimento quanto às concepções que a fundamentam. Contamos hoje com um marco regulatório bastante promissor do ponto de vista da garantia do direito à educação da criança de zero a seis anos incompletos. Para exemplificar, podemos mencionar, em primeiro lugar, o fato de a definição de creche e pré-escola concebida pela Constituição Federal de 1988 estar dada unicamente pela distinção etária. Dessa maneira, observam-se importantes rupturas com concepções que, durante anos, prevaleceram na realidade brasileira. A creche, destinada ao atendimento dos filhos de mães trabalhadoras, era compreendida como um “mal necessário”, já que a educação das crianças pequenas seria uma tarefa materno-familiar; e as pré-escolas ou os jardins de infância destinavam-se a crianças de famílias com maior poder aquisitivo e eram compreendidas como preâmbulo da escola obrigatória. O rompimento dessas visões resultou na concepção de educação como direito do cidadão desde o nascimento, postulado pela Constituição Federal de 1988.

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Antônio Augusto Gomes Batista & Outros - Planejamento Da Alfabetização: Capacidades E Atividades
















Este volume dá continuidade à discussão, iniciada no volume 4 desta Coleção, sobre o planejamento e a organização dos processos de alfabetização e letramento para turmas iniciais do Ensino Fundamental de nove anos. Para isso, fornece orientações para o planejamento de ações do professor no cotidiano da sala de aula. Essas orientações são apresentadas por meio dos seguintes procedimentos: a) proposição de princípios didáticos a serem utilizados como ponto de partida para o planejamento do ensino; b) apresentação e discussão de atividades ou de formas de agir que podem ser adotadas pelo professor.

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Antônio Augusto Gomes Batista & Outros - Monitoramento E Avaliação Da Alfabetização














Na última década, a avaliação educacional passou a ocupar lugar central nas políticas públicas de educação no Brasil, em sintonia com ênfases assumidas pelos documentos oficiais sobre parâmetros e diretrizes para a educação básica. Do ponto de vista teórico, ampliou-se bastante o conjunto de referências sobre as ações e estratégias avaliativas, articuladas a concepções alternativas que passaram a influenciar as práticas de avaliação, em todas as formas de organização escolar do processo de ensino-aprendizagem. Em relação ao segmento escolar mais comprometido com a alfabetização - compreendido pelos três primeiros anos de escolaridade - a avaliação assume uma dimensão formadora que visa proporcionar uma proposta educativa mais adequada às características de desenvolvimento e de aprendizagem dos alunos de seis a oito anos, envolvidos nesse processo. A avaliação se configura, nesse contexto, como fonte de informação para formulação de práticas pedagógicas e os registros passam a incorporar referências mais descritivas do desempenho dos alunos ao longo do processo, com ênfase em progressões e não em rupturas.

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sábado, 17 de setembro de 2016

Antônio Augusto Gomes Batista & Outros - Planejamento Da Alfabetização














Este volume focalizará o planejamento do trabalho na alfabetização e no letramento, no contexto dos três primeiros anos do ensino fundamental de nove anos. A abordagem dessa temática tem por objetivos: a) afirmar a importância do planejamento na organização do trabalho de sala de aula, sobretudo do estabelecimento de metas consistentes para a alfabetização; b) articular as ações de planejamento às ações avaliativas, elegendo o diagnóstico das capacidades lingüísticas dos alunos (proposto no volume 3 desta Coleção) como ponto de partida para o planejamento e a sistematização de atividades, rotinas e recursos para o trabalho com a alfabetização e o letramento; c) apresentar propostas para as formas de organização dos alunos, considerando seus desempenhos iniciais e as metas estabelecidas para seu desenvolvimento; d) evidenciar possibilidades de abordagem do letramento e a necessidade de, nessa abordagem, estabelecer articulações com diferentes áreas de conhecimento do currículo, a interdisciplinaridade, portanto.

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Antônio Augusto Gomes Batista & Outros - Avaliação Diagnóstica Da Alfabetização














Este  volume  da  Coleção  “Instrumentos  para  a  Alfabetização”  apresenta  uma  proposta  de avaliação  diagnóstica  das  capacidades  dos  alunos  dos  três  anos  iniciais  do  Ensino Fundamental de 9 anos. Com essa proposta, espera-se auxiliar os educadores no desenvolvimento  tanto  de  processos  de  formação  continuada  quanto  de  projetos  de  intervenção  em sala de aula.

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Baixe aqui as fichas anexas ao volume 3.

Antônio Augusto Gomes Batista & Outros - Capacidades Da Alfabetização














Este volume se organiza em torno de dois objetivos: a)sistematizar e discriminar capacidades relevantes a serem atingidas pelas crianças, ao longo dos três primeiros anos do Ensino Fundamental de nove anos; b)oferecer para reflexão e discussão do professor alfabetizador uma indicaçãodaquilo que cada criança deverá ser capaz de realizar, progressivamente, aolongo de cada período. Em razão desses objetivos, este volume se presta a três principais usos. Em primeiro lugar, é material para que o professor aprofunde seus conhecimentos sobre as capacidades que concorrem para o aprendizado da língua escrita. É, assim, material para estudo.

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Antônio Augusto Gomes Batista - Organização Da Alfabetização No Ensino Fundamental De 9 Anos














Esta Coleção apresenta um convite diferente para o alfabetizador. Ela propõe que ele, ao mesmo tempo, desenvolva sua formação continuada, realize experiências em sala de aula e reflita sobre elas. Organização da Alfabetização no Ensino Fundamental de 9 anos, Volume introdutório que tem dois objetivos principais: discutir por que e como desenvolver processos autônomos de formação e sugerir formas de utilização, leitura e estudo dos demais volumes.

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Magda Becker Soares & Antônio Augusto Gomes Batista - Alfabetização E Letramento














O que são a alfabetização e – esse novo conceito – o letramento? Em que consiste alfabetizar e letrar? Que conhecimentos e capacidades estão envolvidos na alfabetização e no letramento? Qual a importância desses conceitos para a prática de ensino da linguagem escrita? Discutir, sob um ponto de vista teórico, respostas a essas perguntas é o objetivo central deste Caderno. Você pode estar pensando: para que discutir teoricamente, para que discutir conceitos se os problemas em sala de aula são tão urgentes que queremos respostas práticas e não teóricas?

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